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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Aberturas de Novelas - ¡Qué Bonito Amor! (Televisa, 2012)

Pôster oficial de "¡Qué Bonito Amor!"
Divulgação: Televisa

Em 2012, Salvador Mejía produziu "¡Qué Bonito Amor!" para a Televisa. a novela é uma adaptação de "La Hija del Mariachi", novela colombiana de 2006, escrita por Mónica Agudelo, Mauricio Miranda e Felipe Agudelo. O escritor Ricardo Fiallega foi o responsável pela versão mexicana. 
Na história, Emiliano Martínez de los Garzas e Trevino (Jorge Salinas) é um homem que sempre teve sorte na vida. Ele nasceu em Monterrey, mas desde os cinco anos vive nos Estados Unidos, onde ele é dono de uma concessionária de carros. Apesar de ter nascido no México, Emiliano ignora completamente o que significa ser mexicano.
Emiliano é traído por seus amigos Arnold (Alexander Holdman), Bruno (Sergio Mayer) e Luciano (Roberto Palazuelos), ao ser envolvido em lavagem de dinheiro. Devido a isso, ele foge dos Estados Unidos e, por uma reviravolta do destino, vai para a Cidade do México, onde é assaltado, ficando na pobreza absoluta e sem nenhum documento.
Emiliano chega a um bar localizado na Plaza Garibaldi, onde María (Danna García) trabalha como cantora de músicas rancheiras. A jovem também estuda computação e sustenta sua família. Dela dependem Amalia (Angelica María ), sua mãe doente, e suas duas irmãs: Paloma (Renata Notni), de 14 anos e Isabel (Karyme Hernández), de 9 anos.
Desde que María conhece Emiliano, acaba se apaixonando por ele. Por ser um fugitivo da justiça, Emiliano inventa que é mecânico e que se chama Jorge Alfredo Lara. María descobre que o rapaz tem uma bela voz e consegue um emprego para "Jorge" como cantor rancheiro no bar onde ela canta.
Emiliano tenta de todas as maneiras não se envolver com María, mas a beleza, ternura e bondade da moça vencem sua resistência, nascendo entre eles um tórrido romance. Pela primeira vez na vida, aos dois conhecem o amor maduro e comprometido, mas terão que enfrentar muitos obstáculos para ficarem juntos.
"¡Qué bonito amor!" foi uma novela com números aceitáveis, mas distante de um grande sucesso. Houve duras críticas, principalmente sobre a condução da história, distanciando-se da obra original, que já tinha sido emitida em vários países da América Latina. Outro ponto mencionado foi o pouco espaço para a música mexicana dentro da trama, levando-se em conta que esta versão era feita por mexicanos e falava sobre os mariachis.
Em contrapartida, o ponto mais relevante e que deve ser destacado na abertura é a presença de Vicente Fernández, um ícone da música rancheira e um dos poucos momentos de música autêntica mexicana dentro da novela.

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